segunda-feira, fevereiro 18, 2008

CARLOS BECHEGAS



Na pointofdeparture de Janeiro_08 o crítico Art Lange deixa a sua lista de boas surpresas do ano anterior, uma espécie de "best of"de 2007.



São elas:

Len Barnard’s Jazz Band, The Early Years 1952-54 (GHB)
Carlos Bechegas/Alexander Schlippenbach, Open Speech (Forward)
fORCH, Spin Networks (psi)
Frank Gratkowski/Thomas Lehn/Melvyn Poore, Triskaidekaphonia (Leo)
Jazz en Barcelona 1920-65 (Fresh Sound)
Kartet, The Bay Window (Songlines)
Frank Morgan, Live at The Jazz Standard Vol. 3 (HighNote)
Evan Parker Electro-Acoustic Ensemble, The Eleventh Hour (ECM)
Gary Smulyan, More Treasures (Reservoir)
Mezei Szilárd Trio, A Kölyökkutya Reszketése (Györ Free)

O disco do flautista português Carlos Bechegas em duo com Alexander Schlippenbach aparece nesta lista o que é uma boa oportunidade para referir um dos músicos menos conhecidos da música improvisada portuguesa.
Com um percurso artístico pouco habitual no nosso país e uma exigência e rigor técnicos que parecem estar completamente fora de moda na área da música improvisada (onde começa a parecer completamente "out" saber tocar o instrumento...) Carlos tem 10 discos editados e 30 anos de pesquisa.

Aqui fica a entrevista dada a Miguel Azguime que, juntamente com esta a Rui Eduardo Paes, dá uma belíssima imagem do que Carlos pensa sobre música, sobre a sua carreira e sobre o momento que a música improvisada atravessa cá pelo rectângulo.

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